
Discussão sobre a legalização da maconha…
Uma de minhas respostas enviadas a ele:
Sim, Felipe, eu sei que se fosse legalizado cada Estado reduziria os gastos com a compra de munições, por exemplo. E teria outros benefícios, também, eu não nego. Diminuiriam as mortes relacionadas ao tráfico de drogas, posto que, todos nós sabemos que isso só ocorre porque esse comércio é ilegal. Talvez, com a legalização tudo se resolveria na “paz”; não haveria disputa entre facções para comandar determinada região/espaço. Para o estudo medicinal eu sou a favor e, acho uma babaquice proibir para esse recurso. Entretanto, volto a frizar que, as clínicas psiquiátricas talvez não comportariam com decência os dependentes desses entorpecentes. Haveria um aumento na facilidade do jovem menor de idade adquirir a droga, já que ele poderia comprar em um comércio ao lado de sua casa. E podem indagar: “aaah… mas para menor iria ser proibido… teria um controle….” Humrrum ¬¬’ com toda a certeza! Com uma política doente e defasada como a nossa, não mesmo. Acontece a mesma situação com as bebidas alcoólicas, uma vez que, adolescentes de 12 a 17 anos compram para seu próprio consumo ou são oferecidos a eles em festinhas. Eles mesmos forjam maneiras de burlarem as leis - falsificação do documento de identidade é um exemplo. E isso poderia acontecer com outros tipos de droga (maconha, haxixe…) se a autorização do consumo se concretizasse de fato.
Se com a legalização das bebidas alcoólicas já vivemos esse inferno - pessoas inocentes morrem no trânsito, mulheres e filhos são espancados por seus maridos/pais, dependência, suicídios… - imagine com a autorização do uso da maconha. Para mim, Felipe, a maconha é porta de entrada para outras drogas. Ver um pai ou um filho se destruindo não é bom. Claro que, tem pessoas que se dominam e não cometem certas insanidades que possam atingir terceiros, mas são pouquíssimas. Meu pai foi assassinado por um fdp que estava sobre o efeito de drogas e, o corno do advogado dele usou desse artifício para reduzir a pena; de que não estava são, o cliente dele não sabia o que estava fazendo. Que ridículo! Graças a Deus a nossa advogada super foda, Joyce, conseguiu mantê-lo na cadeia, o que não ameniza nossa dor e perda. Eu penso que assim como esse advogado usou esse argumento, outros já usaram e conseguiram algum mérito para seus clientes.
No dia 04/05/ 08,”jovens rebeldes” fizeram marchas em diversos estados brasileiros defendendo a liberação da maconha.Na praça do ministério do trabalho - Brasília -, realizaram uma pseudo passeata em pró a legalização da droga entorpecente. Levaram alguns cartazes defendendo e expondo seus argumentos. Deitaram no chão formando a imagem de uma folha da maconha, mas logo foram retirados por policiais militares que impediram o densenrolar da manifestação e, também, revistaram os participantes.
Na década de 60 - anos rebeldes - jovens entre 13 e 30 anos de idade lutaram intensamente por mudanças na política e na cultura. Gostavam de mostrar que eram rebeldes, que contestavam tudo e todos que pré determinassem valores,conceitos, ideais, gostos, atitudes. Não estavam dispostos em ser bonecos de plásticos manipuláveis pelo poder público. Por isso, no dia-adia praticavam a cultura da contra-cultura (engraçado, não?), posto que não adiantava mudar a estrutura do Estado,país. A revolução deveria ser total, mudando a maneira de se comportar e sentir as pessoas.
Os anos 2000, anos que vem sofrendo com o aquecimento global e escândalos estratosféricos na política (pra variar!), indivíduos (a moçada, mesmo!) preocupam-se em lagalizar a maconha. Sendo que, uma boa parte dos jovens da década de 60, apesar de terem contribuído para algumas mudanças no país - maior participação e novos direitos para a mulher na sociedade, através do movimento feministas, por exemplo -, morreram de overdose em busca de “libertar a mente do condicionamento social”. Que idiotas! Porém, parece que de nada serviu esse exemplo para os jovens de hoje. Da maconha passam para a pasta base, da pasta base para o pó, do pó para o êxtase, do êxtase para o lsd… e assim se tornam escravos do vício. Uhuo, que liberdade!
Infelizmente uma parte da juventude está cada vez mais egoísta, uma vez que pensam apenas em si próprios, nos seus prazeres individuais. Ignoram os problemas de sua cidade, Estado e país. Não buscam compreender racionalmente a realidade.
Não quero induzir ninguém à prostituição, entretanto pesquisei/pensei sobre esse assunto e conclui que pode ter seu lado bom. Podem me rotular de louco, imbecil mas vou escrever o penso..
As pessoas, a maioria, rejeitam a prostituição, uma vez que julgam uma profissão suja, não digna, que só tende a denegrir, desmoralizar e empobrecer o espírito do indivíduo. Isso se torna totalmente relevante se passa a envolver crianças e adolescentes que não tem discernimento.
Mas e quanto aos jovens e adultos que têm estudo, cursam ensino superior, têm consciência dos malefícios ou situações que essa profissão pode apresentar-lhes e, mesmo assim, ingressam/ optam por este estilo de vida? Sem dúvida, almejando exclusivamente dinheiro, além do sexo pelo sexo, a princípio sem prazer. Sendo assim, por que condenar tal ato se pessoas comuns praticam sexo? Tá, podem argumentar que não é a mesma coisa, pois entre elas, pessoas comuns, há um certo período de conhecimento, aflora sentimento, reciprocidade. Mas olhando por um outro ângulo, a pessoa faz o que gosta e ainda ganha dinheiro fácil. Hehehe… Porque ao invés de estar fazendo gratuitamente com pessoas que ela, por exemplo, se envolva em uma festa ou na faculdade e, provavelmente, o caso durará uma/duas semanas, por que não tirar proveito da situação? Evidente que, pode ocorrer, mau trato, surpresa/ espanto com pedidos e fetiches inusitados do parceiro (cliente). Assim surge outro argumento: é só saber com quem está se relacionando; concretizar a ação, apenas, com semi-conhecidos_ no mais alto e absoluto sigilo. Apesar de não eliminar, completamente, possíveis imprevistos. Depois de um tempo a pessoa terá, até, condições de adquirir objetos de seu desejo, juntar uma graninha, fazer um pé de meia. Hehehe…
Após algumas aquisições é só parar. Porém, o indivíduo pode ficar viciado em querer tudo fácil. Bem, isso vai da cabeça de cada um, saber dosar seus limites e devaneios, tudo feito com muita segurança.
Críticas e sugestões: ytallo_byancco@hotmail.com
A atividade jornalística propicia a articulação de pensamento crítico, além de ser o meio mais eficiente de diálogo dentro da sociedade. Significa responsabilidade para tentar construir uma sociedade democrática dando voz a todos. Os trabalhadores dessa área da comunicação devem transmitir notícias objetivas, coesas; buscando sempre a imparcialidade dentro de suas matérias e profissão.
O jornalista tem que ter consciência que uma informação equivocada pode causar grandes estragos na vida de uma pessoa, família, empresa, enfim na sociedade. O jornalista não tem apenas o dever de escrever, narrar e criticar o fato ocorrido. Deve ter o propósito de implementar a cidadania. É claro, que ele não mudará a sociedade por completo, pois ele não é nenhum super-herói capaz de transformar pessoas corruptas, desonestas, mesquinhas e amorais em cidadãos íntegros. Mas com humildade e bom caráter o profissional que se diz, realmente, o jornalista consegue através de seu texto, ou qualquer outro meio de comunicação, abrir mentes, tornado-as críticas e reflexivas.
Quando um jovem decide ser tornar jornalista deve estar ciente de que poderá enfrentar situações perigosas, correndo o risco até mesmo de morte, uma vez que não permanecerá para sempre na frente de uma câmera, ou dentro de uma editoria. Irá para as ruas em busca de matérias, novas pautas ou pra cobertura de uma guerra. Podendo sofrer represálias psicologicamente e fisicamente. Muitas vezes entrará em conflito consigo próprio, com seus princípios.
Haverá situações em que o profissional se encontrará exposto à violência. Todavia caberá a ele essa escolha de se expor. Mas se a pessoa nasceu, de fato, para ser jornalista, o instinto de comunicador prevalecerá. De modo que, não há nada mais empolgante presenciar a história acontecendo. Os jornalistas são os únicos mortais que tem o poder de estarem nos locais de tais fatos.
Quem decide se tornar jornalista deve saber que o piso salarial não é atrativo. Só quem realmente ama essa profissão deve seguir carreira. Entretanto se o profissional se destaca dos demais, fazendo sempre o seu melhor, porém com “um diferencial”, seu valor é reconhecido e, assim, ser remunerado com a devida quantia que merece. Deve lutar para sair da mediocridade; ser mais um no mercado de trabalho, sem nenhum diferencial do restante.
O jovem que almeja ingressar para o time de “testemunhas oculares da história da sociedade” deve ser muito comunicativo e estar sempre apto a conhecer e fortificar seus laços com os contatos. Uma vez que, é essencial já conhecer profissionais atuantes na área da comunicação. Porém não basta conhecer “aquele” ou “aquela” pessoa se o indivíduo não tiver capacidade e talento suficiente para exercer a profissão.
O jornalismo é um espaço de construção da cidadania em que os direitos e os deveres de cada indivíduo são (ou pelo menos deviam ser) preservados e defendidos. O jornalismo tem um aporte humano e ético indiscutíveis, mesmo que muito do que exista no mercado e se apresente como jornalismo tenha que ser jogado no lixo, abandonado, e pouco seja efetivamente praticado.
ADAEL SANTOS
Isso acontece principalmente porque não depende apenas do jornalista, mas do dono do meio de comunicação. É ele que decide o que irá ou não ser veiculado. Além de algumas vezes tentar manipular através de matérias o leitor, que sem nada saber acaba tendo aquele fato ou notícia como verdade absoluta.
O jornalista diante disso não pode se exaltar dizendo o que é certo ou errado. Não é ele o dono do veículo de comunicação. Ou melhor, até pode, mas correrá o rico de perder seu emprego. E às vezes é melhor não contestar. Mas há casos em que pedir demissão é a coisa certa a fazer.
Depoimentos dos profissionais
Ser jornalista tem seu lado glamuroso, mas se confronta também com seus princípios. Além do estresse da correria, da hora exata para entregar as matérias, pautas e conseguir furos extraordinários. O jornalista Silva Santos _ Tv A Crítica, confessa que vale apena, sim, ser jornalista pelo fato de você passar uma satisfação ao público e telespectador. Além de ter o carisma das pessoas por você. Pelo simples fato de transmitir a boa notícia.
Outra a relatar foi a jornalista Marilua, do programa Magazine_ Tv A Crítica, em que disse que pelo lado profissional é muito bom e prazeroso porque você conhece pessoas novas todos os dias. Disse também que conhece duas personalidades por dia quando vai fazer uma matéria. Mas pelo lado financeiro não é bom, pois o piso salarial no Amazonas é muito baixo. E se você não tiver um segundo trabalho não consegue viver, e sim, sobreviver.
Será Amanda mais uma típica adolescente? Tire suas próprias conclusões
Amanda Mendes, 17, é uma adolescente como todas as meninas da sua idade. Pelo menos é o que aparenta. A garotinha, apesar de nova já fez de tudo e enfrentou dificuldades que até para os adultos é monstruosa. Aos 10 anos ela perdeu seu pai Itamar Mendes, 52, em um latrocínio, roubo seguido de assassinato. Ele estava no trabalho quando tudo aconteceu. Viu o corpo de seu herói estirado no carpete rodeado de sangue. Ela conta que até hoje tem sonhos horríveis devido à imagem que guarda em sua memória. “Se eu soubesse que aquele momento iria fixar em minha cabeça, jamais teria ido junto com minha mãe ao local do crime”. Amanda acrescenta que depois que seu pai morreu, por um tempo, tudo ficou difícil em sua vida. Era seu pai que bancava tudo: escola, curso de inglês, curso de canto e música, e os variados esportes que Amanda praticava. Sua mãe, Léia Mendes, 48, era totalmente dependente financeira do marido. Só depois da morte de Itamar que ela abriu os olhos para vida. “Após a partida de meu amado procurei ingressar em uma faculdade. Lá dentro _faculdade_ me distraia com os estudos. Minha irmã arranjou um emprego em um escritório pra mim e desse modo segui em frente.” Amanda era bastante ligada ao seu pai. Como toda filha apaixonada, sente muita saudade ao lembrar-se dele. “Procuro pensar nos momentos felizes que passamos juntos.”
Porém, Amanda tem histórias mais agradáveis. O amor é uma delas. “Lembro do meu primeiro namoradinho. Se chamava Diego, mas eu me dirigia a ele, de forma carinhosa, como ursinho.” (risos) Ela o conheceu aos 13 anos em uma festinha, na casa da Irene, sua amicíssima. Irene, 19, conta que Amanda amava Diego. Ela foi a intermediária para que ambos se conhecessem e ficassem juntos. Foi com Diego que Amanda deu seu primeiro beijo. Não sentiu nojo ao beijar, uma vez que suas amigas haviam lhe dito que era horrível tal experiência. Seu primeiro beijo ocorreu na casa de férias que sua mãe havia alugado para passarem o carnaval juntas. Amanda convidou alguns amigos para compartilharem sua estada na casa, inclusive Diego. “Foi a oportunidade perfeita. Meus amigos estavam juntos para me dar apoio. Minha mãe nem sonhava o que fazíamos no quarto.” Brincando com seus amigos de “verdade ou desafio (um jogador começa por perguntar a outro: “Verdade ou desafio?”. Se o jogador responde “verdade”, então este terá de responder com sinceridade a uma pergunta do primeiro. Porque as perguntas são tipicamente do foro íntimo, ou de caráter muito pessoal, o jogador pode escolher o desafio sujeitando-se à imaginação dos adversários) que Amanda deu seu primeiro beijo. O relacionamento com Diego durou um ano e meio. “Ele me ensinou muita coisa. Ao seu lado amadureci, cresci como pessoa e como garota.”
Amanda também tem seu lado roqueiro. Diz não ser como as meninas de sua escola. “As meninas do meu colégio só querem saber de maquiagem, de mostrarem o corpo e vivem falando de garotos. É claro que eu gosto de maquiagem e dos meninos também, mas só falar neles é falta do que fazer.” (risos) Ela se veste de forma agressiva e ama acessórios de caveira. Usa pulseiras de rebite, meias arrastão, botas cano longo, saia ou calças largas. Utiliza bem a maquiagem preta em seus olhos. “Minhas amigas falam que sou uma patricinha às avessas. Talvez eu até seja, mesmo.” Ela preza pelo conteúdo das pessoas, todavia admite que a beleza auxilia bastante, abre portas, porém não é o essencial. Ela procura ver além da embalagem que o indivíduo tem a oferecer. “Do que adianta ser lindo e burro? Se bem que é pior que ser feio e liso. Aí danou-se”. (risos) Amanda revela que é consumidora compulsiva do tênis da marca “all star”. Ela faz coleção deles. Tem do rosa ao preto, além dos que ela customiza. Costuma ouvir Janis Joplin, The Beatles e Kid Abelha. Um dos livros que não se cansa de ler é o Manifesto comunista_ Karl Marx e Friedrich Engels. Ela conta que foi aos doze anos que leu pela primeira vez o livro, dado por seu professor de História Pedro Sena, pelo qual foi apaixonada. “Na época ele devia ter uns 27 anos. Era alto, magro, bem branco, cabeludo, barba por fazer, era meio desengonçado e tinha “barriguinha de chopp”. Todas as aulas, Amanda se arrumava bem, além de responder todas as perguntas sobre o assunto ministrado por ele. Tentava se destacar de todas as formas possíveis. Nas provas tirava sempre nota boa, pois sabia que iria ganhar um comentário do tipo: “Parabéns Amanda, você é um exemplo para todos!” Ela se derretia inteira por dentro quando estava na presença do idolatrado. Era um amor que tinha a certeza que não era recíproco. “Sei que era um sentimento oblativo, pois só eu amava”. (risos) Pedro ficou constrangido de fato, segundo Amanda, quando recebeu uma cartinha de amor em que ela expressava o que sentia pelo professor. Amanda lembra que depois disso o professor passou a ignorá-la. Ficou arrasada, não sabia se tinha agido corretamente. Ela estava com muito medo que seu amado professor a delatasse para seus pais. Se isso acontecesse, Amanda nunca mais iria pra escola. Mas antes do fim de mais um ano letivo, Pedro conversou com Amanda e lhe disse que apesar de gostar muito dela, como aluna e pessoa, não poderia haver nada entre eles. Afinal ela era apenas uma criança. A única aproximação concreta que houve foi um abraço bem demorado dado por ele no último dia de aula. “Até hoje tenho a blusa do abraço guardada. Eu acho que sou louca, mas paixão será sempre paixão. Ficamos bobos e idolatramos a pessoa. Recordo-me com alegria daquele tempo_ falando desse modo parece que sou muito velhinha. Por onde anda o professor Pedro Sena?” (risos)
Um dos sonhos de Amanda era ser advogada, entretanto desistiu porque os assassinos de seu pai foram soltos por eles. Já pensou em ser cantora de rock com uma banda só de garotas. “Quando tinha 15 anos eu e mais duas amigas nos reunimos no pátio da escola pra cantar e tocar violão. Era no mínimo engraçado. Eu já havia tido aula de canto e sabia tocar deveras o meu violãozinho, já minhas amigas, eram uma lástima.” Amanda adora escrever sobre tudo que acontece com ela. A maioria dos textos são poemas de amor, desabafos e frustrações em relação às pessoas que passaram por sua vida.
Amanda também já pensou em ser mamãe, todavia articula que a sociedade tem problemas demais e que um filho só viria pro mundo pra sofrer. É óbvio que tentaria proporcionar tudo de mais prazeroso pra ele. Porém o mundo é muito cruel, embora tente mudar tal realidade, segundo ela. Filho dá trabalho e acha que não agüentaria perder horas de seu precioso soninho. Tem que pensar na saúde, no seu desenvolvimento no âmbito familiar e até no intercâmbio do garoto. “Queria que meu filho nascesse com 12 anos de idade já viesse educado e sem problemas de adolescente. Assim o mandaria rapidinho pra um internato. Só o veria nos fins de semana ou quando ele me ligasse dizendo que estava com saudade da minha pessoa.” (risos) Talvez mude de opinião quando for mais velha, mas por enquanto prefere raciocinar desse jeito.
Ano que vem Amanda está decidida em cursar Psicologia. Admira os profissionais dessa área, pois estão sempre ajudando as pessoas, abrindo suas mentes para novas perspectivas. Expõe saber que apesar de não ter muito emprego nessa área, se esforçará demasiadamente para ser uma das melhores. Não quer ser uma profissional comum e medíocre. “Vou Lutar pra que o ser humano deixe a alegria pousar em suas vidas e esqueça de alimentar com desespero os problemas que insistem em rondar nosso terreno.”
Curiosidades sobre Amanda Mendes:
Amanda Mendes é Manauara, entretanto de descendência italiana. Seu signo é leão; tem pele branca, detentora de olhos castanho- claros, cabelos longos _loiros_ e mede 1, 75 de altura. Quando menor, por volta de 14 anos de idade, não tomava coca-cola porque dizia que o dinheiro da compra do produto iria financiar a guerra que os Estados Unidos insistia em declarar a outros países. Ela é filha única e adora ser paparicada pelos familiares e amigos. Tem uma cachorra tingida de rosa chamada ironicamente de “Violet”. Apesar de ser uma “girlrock” adora as letras de Chico Buarque. Diz que são alternativas e engajadas. Aos 7 anos tinha um amigo imaginário chamado “Tuti”. Prefere esportes mais masculinos_ andar de skate por exemplo. Um de seus grandes prazeres da vida é curtir a família, ler, ouvir música, escrever e fazer compras com as amigas. Já apanhou de sua mãe por falsificar os vistos dos professores para seus amiguinhos de escola aos 10 anos. Além de falsificar Amanda cobrava pelo que fazia. Seus professores nunca souberam, apenas sua mãe. Usa perfumes cítricos e tem sempre em seu guarda-roupa peças da cor rosa, branca e preta_ suas cores prediletas. Pesa 62 kg e admite comer de tudo. Não tem frescura quando o assunto é comida, por essa razão sua mãe a chama de avestruz. Para manter a forma Amanda apenas reza, admite dando risadas bem espalhafatosas.
É jovem e obstinada. Não é nem de longe uma garota conturbada, frustrada. Em sua vida procura dar espaço somente para os rouxinóis e não para os urubus.
Ensaios jornalisticos é o nome do livro que as professoras Leila Ronize, Andréa Mayumi, Tatiana Lima, Ana Paula Freire e os professores Renan Albuquerque e Edson da Fonseca estão lançando pela Editora Valer com 162 páginas.
O Livro tem reunião de textos enfocando diversos temas da área de jornalismo. Trabalho coletivo, os autores escrevem sobre fotografia, a elaboração de manchetes,concepção da notícia, o caráter políticio da informação, neutralidade jornalística e os intelectuais da mídia.
Vale a pena conferir. Tudo isso reunido em um só livro e por apenas R$ 30
Não sei se é permitido, o moderador pode até apagar se quiser…
Fazendo uma pequena propaganda do meu Blog:
http://olhajah.blogspot.com/
Coisas Sobre a minha (in)útil vida, resenhas de cds, seriados, filmes e outras cositas mais; ainda não tem tuuuudo isso por que acabei de criar, então, paciência…
;D
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