



Em sua primeira temporada e quarto episódio no Brasil, Pushing Daisies já conquistou diversos fãs por aqui. Para quem se sentiu órfão de Dead Like Me e Wonderfalls, que acabaram na segunda e primeira temporada respectivamente, os mesmos produtores trazem agora mais uma série diferente de todas que existem no momento.
Com influência estética do filme Amélie Poulin, Pushing Daisies aborda quase o mesmo tema de Dead Like Me, a morte, só que de uma perspectiva diferente.
A série gira em torno de um confeiteiro chamado Ned (Lee Pace), que desde pequeno tem o dom de com um toque, matar e ressuscitar pessoas e animais.
Ned pode ressuscitar as pessoas por apenas 60 segundos, se passar desse tempo alguém terá que pagar a vida da pessoa ressuscitada com a sua própria vida.
Então Ned se junta a um detetive particular (Chi McBride); os dois acordam pessoas mortas de causas desconhecidas nos necrotérios, e por 60 segundos eles têm de descobrir da própria pessoa as circunstâncias que levaram a sua morte, logo depois o confeiteiro deve “matar” a pessoas de novo. O pagamento é feito pela família, depois das explicações do detetive e é dividido meio a meio entre os dois.
O negócio dos dois vai muito bem, até que Ned descobre que uma antiga paixão de infância nunca superada, partiu dessa para melhor e decide ir até a moça e ressuscitá-la. É aí que Charlotte (Anna Friel), chamada carinhosamente de Chuck entra na vida dos dois, causando o ciúme em Olive Snook (Kristin Chenoweth), funcionária de Ned na confeitaria Pie Hole, que é cegamente apaixonada pelo chefe.
Narrada em terceira pessoa, a série tem como característica principal o humor negro, tratando a morte como algo natural, e faz uma crítica às pessoas que ganham a vida em cima da “desgraça” de outrem, mas isso não nos faz odiar Ned e o detetive, que no final das contas prestam um serviço às famílias das vítimas.
Nos Estados Unidos a série está sendo exibida em sua segunda temporada, e além de muito elogiada pela crítica especializada, os índices de audiência estão agradando bastante os chefões do canal que a transmite. A série foi também indicada a três prêmios Globo de Ouro, que premia as melhores produções do cinema e da tv. Aqui no Brasil é transmitida apenas pelo canal pago Warner Bros Tv, às quintas-feiras, 20h, e com reprise aos domingos às 21h.

Fotos: Emanuel Limeira

MANAUS - O Senador amazonense Jefferson Péres (PDT/AM), de 76 anos, que faleceu nesta sexta-feira (23) em Manaus às 6h10, vítima de um infarto agudo do miocárdio, está sendo velado no Centro Cultural Palácio Rio Negro, antiga sede do governo do Estado.
Estão presentes no velório a senadora Heloísa Helena (Psol), o senador Arthur Virgílio Neto (PSDB), o governador do estado do amazonas, Eduardo Braga(PMDB), o vice-governador Omar Aziz, (PMN), o prefeito da cidade, Serafim Corrêa (PSB) o deputado federal Marcelo Serafim (PSB).
O senador passava o feriado de Corpus Christi com a família. Líder do PDT no Senado, Péres nasceu em 19 de março de 1932, em Manaus.
Péres era professor e advogado, com longa carreira de vereador em Manaus. Ele ocupava vaga no Senado desde 1995, e exercia seu segundo mandato de senador.
O corpo do parlamentar só deve ser enterrado amanhã, já que um filho mora no exterior. Ele será enterrado em Manaus.
Fonte: Folha / Fotos: Emanuel Limeira

Corpo do Senador Jefferson Péres sendo velado no Centro Cultural Palácio Rio Negro

Bandeira do Brasil e do PDT sobre o senador

Esposa do senador ao lado de Heloísa Helena ao lado do corpo do senador.

O governador, Eduardo Braga (PMDB), aparentemente consternado pela morte no senador

Arthur Virgílio (PSDB) estava muito abatido
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Maria Viana, professora de português no Centro Universitário do Norte (Uninorte) e concursada pela Secretaria Municipal de Educação (SEMED), lançou, no dia 20 de maio, seu site pessoal (www.mariaviana.com) para publicar textos científicos, contos, poesias, crônicas, dicas de português e muito mais.
Viana nasceu e, Tabatinga-AM, em 8 de maio de 1964, formada em Ciências Econômicas-UFAM e Letras- Uninorte, especialista em Gestão Educacional, Metodologia do Estudo e Língua Portuguesa; casada com Armando da Silva Viana, professora desde 1984, mãe de duas filhas, Dinah e Ana Rafaela. Essa amazonense tem como referências a família e a profissão, em virtude de ter como maiores prazeres estar com sua família e seus alunos os quais considera os motivos de seu crescimento espiritual.
No site você encontra o texto “O que é o Amor?” e “O melhor em campo é quem faz mais gols ou goles?”. O primeiro falar sobre nós termos uma respota pronta para o que é o amor. O segundo dá dica de como escrever o plural da palavra gol.
sdsds
A Companhia de Teatro Apareceu a Margarida está de volta, todos os domingos, às 20h, com o espetáculo “A Herança Maldita de Mercedita de La Cruz”, no teatro do Sesc-AM, localizado na rua Henrique Martins, 427 – Centro. Com ingressos a R$ 10 e R$ 5 (estudantes e atores com carteirinha).
Texto de Sérgio Cardoso, com direção de Chico Cardoso, participam do elenco Michel Guerreiro (Jéssica Kristelly), Nivaldo Mota (Mercedita de La Cruz), Arnaldo Barreto (Ághata Turmaline) e Paulo Altallegre (Maurício Esteban).
A Companhia participou do ‘I Festival de Teatro do Amapá’ e ganhou prêmio de Melhor Iluminação. Foi o grande destaque da ‘5ª Mostra de Teatro do Amazonas’, realizada em julho de 2007, pela Federação de Teatro do Amazonas (Fetam). Em janeiro, participou na programação do ‘5º Festival de Teatro do Acre’.
Saia da frente do computador, neste domingo, e vá conferir “A Herança Maldita de Mercedita de La Cruz”.

Quando foi a última vez que você comprou um CD? Faz um bom tempo, não faz?
Em tempos atuais de mp3 players com capacidade mastodôntica de armazenamento soa um tanto quanto panaca a idéia de ainda se gastar dinheiro com música, afinal, tudo está disponibilizado de forma gratuita na rede, não é?
Seguindo a lógica do “Pra que comprar se eu posso baixar?” espera-se uma queda na venda de CDs, dito e feito. Ultimamente, várias bandas têm disponibilizado seus discos pela internet, mesmo com certo preço por download. Se até mesmo os CDs, tidos como o pináculo da indústria fonográfica na sua época de lançamento estavam se tornando obsoletos, o que dizer então dos discos de vinil ou LPs? Jurássicos por definição para boa parte da juventude que ainda paga por música no final dos anos 90/começo dos anos 2000.
Surpreendentemente, o vinil aproveita essa cambaleada do CD para ressuscitar dos mortos, subir aos céus e sentar-se à direita do consumidor todo-poderoso, que julga impiedosamente os vivos e os mortos. E é esse consumidor, feroz e exigente como o Deus do Antigo Testamento, que está promovendo o retorno do disco de vinil. Se ainda não se pode falar em uma volta triunfal, o fato é que o número de aficcionados pelas bolachas pretas aumenta à cada dia.
Por mais que o custo da produção de um LP saia por cerca de 20 reais, pouco mais do que o triplo de produção de um CD, há o fator fetiche envolvido, por questões econômicas, os vinis acabam sendo prensados em tiragens limitadíssimas e com alguns mimos para seus entusiastas, que incluem pôsteres, adesivos e afins. Além é claro, da possibilidade de ter um encarte gigantesco, em contrapartida aos tímidos livretos que acompanham os compact-discs.
Há também, fatores técnicos envolvidos, quem não lembra daquele pessoal cabeludo velha-guarda que afirmava a superioridade do LP perante o CD? Eram uma cambada de roqueiros velhos com raiva por não terem aprovado em nada as remasterizações de seus artistas favoritos, que não raramente, ocasionavam até em uma certa piora na qualidade do som, tornando impossível definir o som de certos instrumentos.
De fato, realizando o teste comparativo entre CD x LP e Mp3 x LP, o bolachão sai na frente, qualquer ouvido um tiquinho mais calejado sente a diferença, apesar dos chiados e estalos costumeiros, os vinis apresentam um som ligeiramente mais encorpado que em outros meios.
Porém, não é isso que move a paixão de alguém por discos, mas sim todo o ritual de preparação para ouvi-lo! Aí sim reside todo seu charme, a retirada do envelope plástico, o ajuste de rotação, encostar a agulha cuidadosamente e poder sentir a música, tornando-se um momento que exige atenção e dedicação, diferente de só ligar seu Winamp e deixar a lista inteira de mp3 tocar randomicamente.
A apreciação genuína de um momento lenta e cuidadosamente preparado é o que transforma o vinil em algo tão sedutor, é fundamentalmente diferente ouvir Motörhead enquanto se escova os dentes ou sobe para o ônibus em vez de abrir uma cerveja, sentado na sala de casa, com encarte em mãos e cantando junto “The Ace of Spades” com um monte amigos.
Momentos como esse, relembram tempos de proximidade física com as coisas e as pessoas, em que o tempo era mais flexível, o mundo era mais alegre e a música, muito mais sincera.
ps: É claro que qualquer chato pode dizer que é uma moda passageira e em breve todos estaremos enjoados dessas porcarias que só ocupam espaço, juntam poeira, arranham e quebram por qualquer coisinha.
A Coordenação de Comunicação Social do Uninorte (Centro Universitário do Norte) doou hoje 7 livros para o CAFÉ sortear. Os livros serão sorteados 1 a cada mês e para os colaboradores que publicarem, pelo menos, 1 texto no mês.
Entre os títulos estão: Ensaio sobre a Pergunta – Uma teoria da prática jornalística (Maria Luiza), A Derrota do Mito (Tenório Telles), O Templo e Outras Esperanças (Carlos Costa), Contos e Lendas Mitológicas do Povo Tariano (Ismael Pedrosa), A globalização (Cleuciliz Magalhães), Frente a frente com Deus Metafísico (Marilene Teixeira) e Amazônia – Mito e Literatura (Marcos Frederico).
O CAFÉ agradece a doação feita pela Coordenação de Comunicação Social do Uninorte e pelo carinho que dedicou ao blog. É muito significante para o blog contar com o apoio da comunidade.
Para frente “CAFÉ”!
O Blog “Café com Notícias” com apoio da Coordenação de Comunicação do Uninorte sorteará o livro Ensaio sobre a Pergunta – Uma teoria da prática jornalística de Maria Luiza Franco Busse, no próximo dia 20. O sorteio vai ser realizado na sala CJN02S1 e premiará os que postarem pelo menos 1 texto neste mês.
Livro
O ser humano costuma criar um apanhado de certezas para nelas se aninhar e se resguardar com conforto das inquietações e dúvidas da vida. Nesse universo de verdades incontestáveis, sedimentadas pelo desejo tirânico de evitar mudanças que ponham em risco situações de “predominância”, a pergunta torna-se, então, impertinente, indesejável e inconveniente. Romper esse círculo perverso de um jornalismo sem perguntas e, portanto, sem respostas é mais que um ato de coragem. É uma ação civilizatória. Falar aos jovens sobre a importância da pergunta, do questionamento e do olhar crítico - e é essa, justamente, a proposta de Maria Luiza Franco - é contribuir verdadeiramente para a formação das gerações que um dia terão que tomar as decisões.
Regina Zappa
Sumário
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Na madrugada do último domingo, 4, o barco Comandante Sales naufragou no Rio Solimões. Até agora o número de vítimas não está confirmado. No barco haviam cerca de 100 pessoas, e algumas ainda estão desaparecidas. Os passageiros voltavam de uma festa em um munícipio próximo. O Prefeito de Manacapuru declarou Luto Oficial durante três dias. Pelas ruas da cidade há muita tristeza e sofrimento, por parte de familiares e amigos. Hoje, muitas são as lágrimas que correm junto a essas águas barrentas, que seguem tão tensas e desesperadas. Perdas de números ainda não confirmados. Vidas desfeitas em uma imensidão, sonhos quebrados como um cristal que já não pode ser colado, que já não podem ser vividos. Há dor maior que a de uma mãe que perde um filho? Não sei dizer. Foram muitas as partidas, mas nenhuma despedida.
No mundo contemporâneo o tempo das pessoas torna-se cada vez mais precioso, a competição diária pela sobrevivência faz o tempo ficar mais escasso. No trabalho, na rua, em casa, é cada vez mais difícil como uma luta moderna primata onde o egoísmo e a selvageria destacam-se. O pensamento coletivo do trabalho em comunidade é substituído por um sentimento de individualidade onde o eu, é o objetivo de maior retorno. É para o eu que as coisas são produzidas. E viva o egocentrismo!
O trânsito é sem sombra de dúvida um objeto de estudo ideal para comprovarmos essa competição. Imagine às seis horas da tarde na Avenida Getúlio Vargas no centro da cidade de Manaus, uns saindo do trabalho, outros dos colégios, outros saindo de casa indo para outra parte da cidade com o desejo desesperador de chegar ao seu destino, todos juntos com a mesma obstinação. Os ônibus parecem caixas de fósforos, gente se transformando em palito amontoando um por cima do outro, e não tem pra onde correr são todos os ônibus na mesma situação nem adianta esperar o próximo. É um pisando no pé do outro, é menino chorando coma mãe dando uns cascudos, sacolas por tudo quanto é canto, os lugares destinados a idosos, grávidas e deficientes ocupados por pessoas sem essa condição, às vezes alguém “cede” o lugar, nas outras vira a cara fingindo estar dormindo. E o motorista que faz repetidas vezes esse trajeto e já consumido pelo estresse comete o delito de não esperar as pessoas descerem do ônibus com uma velocidade desesperadora!
Do lado os motoristas, verdadeiros guerreiros de sua condição, que não é nada boa, calor, fome, noites mal dormidas contribuem (não justifica) para ultrapassarem sinal vermelho, parar na faixa de pedestres, que aliais tem que se virar tentando andar na calçada que não existe, uma confusão danada. O mais engraçado é que ninguém perde a razão, num acidente, por exemplo, ninguém quer dar o braço a torcer, pronunciando palavras de baixo calão que não irei citar aqui por educação. Mas alguém tem que pegar a culpa, então ela vai para o prefeito que deixou a cidade cheia de buracos, e que não faz nada para melhorar.
A cada dia que passa o mundo nos devolve o que nos fazemos com ele, viver em harmonia depende de cada um. Criamos situações em que nos colocamos um contra o outro, onde olhamos apenas para o nosso umbigo. Começando pelo obrigado, ou, por favor, não é preciso ler o livro de etiqueta da Glória Kalil,mas é só lembrar que nos tempos em que o respeito foi peça primordial para a boa convivência dos seres humanos operava,parecia que tudo era mais civilizado. Melhorar a convivência nesse mundo tão moderno e ao mesmo tempo tão bagunçado parece até impossível, por isso deixemos de lado um pouco a buzina porquês estamos todos no mesmo ônibus.