
Gente isso é um certo tipo de poema descritivo que fiz, espero que gostem, beijos e boa leitura.
Encosto-me a parede do quarto e reflito o quão grande e forte és meu sentimento por você. Logo você que há uns 3 anos atrás me olhara com sorriso meigo porém relapso com uma só intenção - carnal!
Afirmas ter tido sempre um carinho grande por minha pessoa mas nada que chegara a tal ponto. Chego a deitar-me na cama tentando entender o por que de tal declaração? De tal sentimento?
Era maravilhoso te ver e poder tocar teus lindos cabelos sedosos e flutuar no teu sorriso inigualavelmente perfeito. . Como é até hoje. É incrível que meu amor por você não desgasta, só fortalece e como você parece ser sempre aquele menino feliz e amoro com a personalidade que poucos tem . . divinamente sedutora.
Penso. . . Quando chegar minha hora.
Quando do meu corpo, o rígido acabar; quando quem amparei, precisar me amparar; quando os meus cabelos se fizerem ralos… Minhas pernas seguir um passo arrastado; minha voz emudecer, e os meus olhos turvarem… E, a beleza da vida eu não mais poder ver. . . Direi a você:
‘Amor, se eu morrer agora, agradeceria a Deus e a todos pela vida maravilhosa que tive ao teu lado, pela juventude à flor-da-pele - por apreciar tua beleza e te sentir nas noites prazer, por aprender contigo o verdadeiro sentido de amar, obrigada pelos filhos, um dos vínculos mais maravilhos que tivemos, obrigada por existir na minha vida e obrigada por mesmo cabisbaixo e sem a força que tinhas, ainda sim - estar ao meu lado me amando do jeito que me amavas há 50 anos atrás.’
É. . sabe aquele amor que não se mede? Pode-se dizer que o nosso é assim; simples, imcomparável, saudável, inacabável, graduante, e apaixonante.
Emily Ponce.
Enviar para seu amigo
|
Imprimir
| 114 vizualizações O Amazonino existe. Eu o vi, de pertinho, no dia da sua posse no Teatro Amazonas.
Eu e centenas de pessoas, ilustres e anônimas. Ele estava lá. Elegante com seu terno azul-marinho.
Não é todo dia que participamos de uma posse tão ilustre. Afinal, sir Amazonino Mendes, após alguns anos longe do poder público, voltou com a glória devida.
Antes do juramento do prefeito, os vereadores, novos e antigos, foram convidados a fazer o sagrado juramento e assinar o livro de posse.
Cada figura. Teve vereador que se comportou direitinho, falou direitinho. Outras nem tanto. Gritar o juramento é uma blasfêmia. Isso não é formatura, excelência! Respeite pelo menos seus eleitores, que claro, não estavam presentes no ato.
Mas eu estava e vi. E ouvi, atrás de mim, quando um fotógrafo elegeu a musa da câmara. Aquela que lota sessão só de subir no púlpito. Será? A digníssima senhora não é apresentadora de televisão, nem miss ou filha de algum empresário importante. É uma quase desconhecida.
Mas o apresentador estava lá. Quer dizer, os apresentadores. Muito bem apanhados. Sorriso nos lábios. Posição de autoridade. Como diz o Obama: - Yes, I Can! Sim, eu posso! E como pode! Mas como pode?
Foi uma cerimônia simples, mas expressiva. Amazonino fez um discurso sucinto e seguro.
Rodeado por adversários políticos, cabos eleitorais, vereadores da oposição, o bom menino voltou. Os próximos quatro anos prometem.
Estamos esperançosos, afinal, é o destino de uma cidade inteira.
De milhares de pessoas, que acreditaram e votaram.
Enviar para seu amigo
|
Imprimir
| 185 vizualizações 
Mais uma edição do Big Brother Brasil começou. O telespectador já pode se deliciar com as peripécias dos participantes da nona edição do programa.
As novas regras abalaram, logo na primeira semana, os ânimos daqueles que pensaram que viveria um remake das edições passadas. O estilo está diferente, mas os clichês não poderiam faltar. Disso falaremos depois.
Dividir a casa em duas: uma grande com piscina. Outra pequena, apenas com bacias. Quatro camas pra sete confinados em cada lado. E falando de lado, a primeira turma do A sentiu e esbanjou orgulho. Como disse uma das competidoras: essa é a casa do patrão, a de lá é dos empregados.
Um muro e vários sentimentos. Esse foi, pelo menos aparentemente, o propósito da direção do reality-show. Promover um êxtase de sensações. A primeira turma do lado B interagiu com a proposta e tratou de se divertir, mesmo sabendo que a casa estava partida ao meio, e que isso traçaria o perfil do programa.
Homens bonitos, mulheres saradas. E dois competidores da “melhor idade”. Um em cada parte. Naná e Nonô. Puro clichê. Sem falar do brinde no primeiro dia e das juras de amizade eterna fora da casa. As outras edições que o digam.
E a casa de vidro, apelidada de “bolha”? Até agora não entendemos quais os critérios usados para selecionar aquelas quatro pessoas, que estão, há uma semana, morando dentro de um shopping center, onde passam o dia inteiro, acenando e sorrindo para o público papa-bbb. O pior dessa história é que apenas uma pode ir para a casa do programa.
A primeira eliminação veio de um paredão triplo e dividiu opiniões. Alguns se arrependeram de terem indicado a eliminada. Outros concordaram que a “miss” era muito quietinha. E falando de comportamento, o que falar da amazonense?
Podemos dizer que é uma bela moça. Têm todos os requisitos que o reality exige. E não diferente das participantes das outras edições, tem um futuro brilhante se souber se comportar. Talvez seja muito cedo para julgar procedimentos. O calor da primeira semana começa a esfriar a cada eliminatória. Vamos dar tempo ao tempo.
Agora, chamar as mulheres manauaras de abacaxi não soou muito bem. Podia ter dito que a mulher amazonense era igual à fruta, na doçura e no sabor forte.
O BBB 9 ainda guarda muitas surpresas. O melhor mesmo é continuar espiando.
Enviar para seu amigo
|
Imprimir
| 340 vizualizações Lembro muito bem de quando eu tinha minhas madeixas loiras.
Foi um bom tempo,mas como sempre certos padrões hipócritas de nossa sociedade me fizeram adotar os cabelos na cor natural.
O interessante é que apesar do meu currículo ser recheado com experiências e ótimos cursos profissionalizantes
a cor dos meus cabelos falou mais alto em três entrevistas para emprego e uma para estágio.
Sim, acredite ou não, a cor dos meus cabelos foi o motivo principal
para eu não entrar novamente no mercado de trabalho ano passado.
Mas até que ponto a capacidade profissional de um indivíduo
pode ser medido pela cor dos seus cabelos?
Pelo visto essa linha de pensamento
não ocorre apenas no nosso amado Brasil.
No Reino Unido, duas estudantes estão sendo ameaçadas
de serem expulsas da escola por terem tingido os cabelos de loiro.
Raegan Booth,16, e Aby Western,15, estudam na Escola Rednock
e estão sendo confrontadas pelo diretor da instituição, David Alexander.
O diretor afirma que as duas adolescentes
estão infringindo o estatuto de normas que rege a instituição de ensino.
A noticia foi publicada no Daily Mail e a causa ganhou destaque nos principais impressos e jornais televisivos do mundo.
Raegan diz que não está indo contra norma alguma
pois não consta no estatuto de conduta da escola sobre tonalidade capilar de aluno algum.
Ela se mantem irreversível juntamente com a amiga
diante da imposição do diretor que as quer ver com os cabelos no tom natural ( castanho).
Em protesto, o pai de Aby diz que isso passa a ser um absurdo
pois as duas são ótimas alunas e não baderneiras que quebram as regras e perturbam a ordem pública.
Concordo que para determinadas empresas,
até mesmo pela estética mais séria e de cunho mais social,
o trabalhador deve adotar vestimentas e cabelos mais de acordo.
Mas uma coisa que nunca deve acontecer
é fechar as portas de escolas,
empresas ou outros lugares baseando-se nas cor dos cabelos,
tom de pele ou outras dessas desculpas deslavadas
que usam para não dar oportunidade para quem quer uma vaga.
Tingidos, compridos, lisos ou ruins… Cabelos não medem a capacidade do trabalhador.
O que sabemos,nossas habilidades e nossa força de vencer não se resume num tom de cabelo.
Começa com cor de cabelo, depois é por tom de pele,
um pouco mais passa a ser pela classe social…
…convenhamos, que sociedadezinha hipócrita.
Leandro Guedes
Enviar para seu amigo
|
Imprimir
| 1.369 vizualizações
Enviar para seu amigo
|
Imprimir
| 183 vizualizações Não existe coisa pior que ônibus lotado. Seja de manhã cedo ou no final da tarde, é sempre o mesmo dilema: muitas pessoas em pé, naquele espreme-espreme, as vezes faltando assentos, barras para se segurar, sem contar nos buracos existentes no chão do busão…. E quando os ônibus são fechados??? Nossa… fica aquele calor insuportável, que ninguém merece!
O lado interessante desse indesejável momento é que muitas “histórias” engraçadas vão acontecendo. As vezes nos divertimos com elas, as vezes não.
Já passei por tantos “causos” que se fosse escrever um livro, faltaria papel para descrever tudo isso…
Outro dia mesmo, quando peguei um ônibus para ir trabalhar fiquei surpreendida, pois a bateria do veiculo se soltou, caiu e nós ficamos cerca de 30 min parados, no “ prego”, esperando alguém resolver o problema.
Outro dia, um amigo e eu estávamos retornando para casa e nos sentamos na parte de trás. Alguns minutos depois, novamente o ônibus fica no “prego”. Aí tivemos que pular a catraca, porque o motorista não podia abrir a porta traseira. Foi hilário ver tudo mundo pulando a catraca…
Foi graças a esses fatos corriqueiros que meu amigo decidiu colocar “a boca no trombone” e reclamar. Um dia, ele mandou um e-mail para um dos responsáveis da linha que atende o nosso bairro, comunicando sua insatisfação com o transporte, pedindo mais atenção e respeito ao trabalhador, solicitando melhorias. O e-mail ainda dizia que se nada fosse feito, tal situação seria exposta na mídia. Mesmo assim, nada mudou.
Passados os dias, ouvi na rádio o dito e-mail. Porém, meu amigo alega não ter enviado nada. O fato é que não se sabe como, mas a mensagem foi lida no ar.
No entanto, o desfecho dessa história não foi produtiva, pois a empresa não fez nada para amenizar o problema, e nós continuamos na mesma situação lastimável…
Enviar para seu amigo
|
Imprimir
| 2.214 vizualizações
Deus é inocente: a imprensa não é a primeira obra literária do jornalista Carlos Dorneles. Ele nasceu em Cachoeira do Sul (RS) em 1954; é repórter da TV Globo desde 1983, após trabalhar na Folha da Manhã, no Zero Hora e na RBS-TV, em Porto Alegre. Também foi correspondente internacional em Londres (1988-1990) e em Nova York (1991-1922).
O livro é baseado na análise das matérias publicadas nos mais conceituados veículos de comunicação do mundo referente ao que ocorreu no inesquecível 11 de setembro de 2001. Dorneles faz um relato impressionante sobre a cobertura dos desdobramentos dos ataques terroristas e a forma que eles foram divulgados na mídia, a final os artigos tinham que ser vistoriados pelas autoridades antes da publicação, isto é , tornavam-se passivos à manipulação.
Uma guerra que se dizia em nome de Deus e em nome da paz mundial, por trás, revela uma guerra de interesses econômicos que determina a censura à difusão de informações sobre os ataques ao Afeganistão, imposta pelo governo norte-americano.
Essa briga vendeu ideologias e transformou povos e religiões em perigo para o mundo. Na verdade, os interesses políticos e econômicos estavam em primeiro plano.
Carlos Dorneles relata minuciosamente a subordinação dos grandes órgãos da imprensa americana e inglesa ao governo do Presidente George W. Bush e como os mais importantes veículos se anteciparam à iniciativa belicista do governo, oferecendo seus serviços como cobertura ideológica das operações de guerra.
“A imprensa pediu guerra e foi atendida.[...]Numa guerra em que os americanos jamais combateram em solo, a mídia descreveu um conflito diferente, muito mais limpo e heróico.”
O livro também destaca a conduta lamentável dos principais órgãos de comunicação brasileiros frente a guerra contra o Afeganistão, pois as notícias veiculadas pelas agências foram publicadas na íntegra, ou seja, sem o menor cuidado crítico e sem confirmação dos fatos. O autor ressalta que a imprensa brasileira apenas seguiu os passos da americana, tornando-se refém e cúmplice da mesma.
Vale a pena conferir esta literatura para que se possa formar uma opinião mais crítica e avaliar como a mídia tanto pode manipular uma informação como pode ser manipulada pelos poderes políticos a fim de enaltecer um povo e desfigurar a imagem de um outro.
Enviar para seu amigo
|
Imprimir
| 370 vizualizações O ano está terminando e junto com ele, o dinheiro do manauense também.
As festas de fim de ano motivam as pessoas a gastarem compulsivamente, mas quando tudo isso passar os impactos vão aparecer e entristecer, principalmente, o bolso de cada um.
Primeiro, por que as dívidas do cartão de crédito são capazes de deixar qualquer um louco. Segundo, porque essa onda de reajustes vão pesar no orçamento familiar.
São vários os acréscimos: a conta de luz vai aumentar em torno de 15%. A Águas do Amazonas declarou um aumento de 9% a 10%. O Sinetran entrou com um pedido na Câmara Municipal de Manaus (CMM) afim de reajustar o custo do transporte coletivo, que atualmente é de R$ 2,00 para R$2,50. Era só o que faltava…
Ou seja, como uma família que possui renda mínima de R$ 415,00 poderá manter-se com todos esse aumentos e ainda ter que cobrir as despesas de casa?
A situação é crítica.
Bem se sabe que todos esses reajustes são necessários para a melhoria dos serviços prestados, entretanto, entra ano e sai ano, reajustes e mais reajustes e não aparece qualidade alguma.
Ainda hoje, várias famílias não recebem a tão esperada água. Muitos dependem de vários ônibus durante o dia todo para se deslocarem de uma ponta a outra da cidade com o objetivo de cumprir suas obrigações, porém a precariedade se abrange de forma alarmante.
Já que o remanejamento dos preços da conta de água, luz e transporte são inevitáveis, então isso deveria ser feito de modo menos agressivo. As coisas não devem acontecer tudo ao mesmo tempo, para que a população não seja prejudicada, mas deveriam ser mudanças gradativa para que os cidadãos possam, pelo menos “respirar”.
Enviar para seu amigo
|
Imprimir
| 169 vizualizações 
Patricia Pilar e Waldick Soriano
O Cinema Brasileiro tem crescido em qualidade e número de produções. Desde sua retomada, no pós-Collor, o nível das produções nacionais divide opiniões e deixa definitivamente, sua marca na história audiovisual. Seja em festivais, com prêmios de grande reconhecimento, seja na divulgação de nossa diversidade cultural. O gênero documental vem alçando vôos e conquistando, a cada dia, o mercado competitivo meio às produções ficcionais. Um exemplo disso é o documentário Waldick - Sempre No Meu Coração, produzido em 2007 e dirigido por Patrícia Pillar, atriz brasileira.
Patrícia Pillar mostra no documentário o talento como diretora de cinema, experiência adquirida em muitas de suas atuações em novelas e filmes e a sensibilidade para contar uma história do cenário artístico brasileiro.
O documentário biográfico de 58 minutos conta a história do cantor e compositor Waldick Soriano, grande ícone da musica popular brasileira, que fez uma trajetória de sucesso e se tornou ídolo de sua geração, nos anos 60 e 70. A visão de Patrícia no filme é explicita, no que se refere ao romantismo, às histórias de amor vividas por seu personagem e às 700 canções cantadas e compostas por Waldick.
No inicio do filme vemos a chegada do cantor em sua cidade de origem. Arquivos de vídeo e fotos mostram um homem simples que teve como marca principal cantar o amor, sempre usando roupas e chapéu preto, inspirados em Durango Kid, além dos óculos escuros.
O interessante no filme é a participação dos moradores de Caitité, na Bahia, cidade natal de Waldick. Eles ressaltam a vitória conquistada por seu conterrâneo, sendo que o mesmo saiu como um desconhecido e se transformou num artista famoso.
Um dos pontos marcantes do filme são os depoimentos das ex-mulheres de Soriano. E é esse o momento mais frágil e delicado da história, já que mostra as decepções amorosas e amores mal-resolvidos do personagem.
O documentário possui características relevantes, como a construção audiovisual de um personagem real e a abordagem dos fatos marcantes que norteiam todo o documentário. A diretora não explora a imagem do cantor transformando-o num herói ou mocinho.
Imagens de shows e momentos de intimidade de Waldick se misturam e compõem o cenário imaginário que inspirou a atriz na escolha do tema. A estética do filme é o mais próximo do real e o uso das músicas do próprio cantor completam a obra. Sucessos como “Essa noite eu queria que o mundo acabasse”, “Torturas de amor”, “Cavalgada” e “ Eu não sou cachorro não” compõem a trilha sonora do documentário.
Os fãs que viveram o tempo de sucesso e glamour do cantor, podem se surpreender com as histórias vividas e contadas por ele mesmo, num documentário que traz à tona, mesmo que despretensiosamente, o peso da fama e as peripécias amorosas do eterno ídolo Waldick Soriano.
Recomendo o documentário para os amantes do cinema brasileiro e para os fãs do cantor Waldick Soriano.
Enviar para seu amigo
|
Imprimir
| 232 vizualizações Depois das terríveis chuvas e o número de vítimas e desabrigados em Santa Catarina, fica uma questão para analisarmos.
Até quando abusaremos da natureza sem pesar nos efeitos de nossa arrogância?
O fato é que inocentes pagaram com a vida e outros tantos estão desabrigados porque de maneira irresponsável, em Santa Catarina, usaram as encostas dos morros para fazer o cultivo de banana.
Desmataram as encostas e plantaram uma espécie que não cria raízes profundas.
Quer plantar? Ótimo… Cuide da terra para ela não entrar em processo de desgaste, mas vamos pensar um pouco no que pode acarretar tais plantações.
Há 25 anos atrás, houve um momento parecido com o dos últimos dias e SC, mas este atual teve maiores proporções devido a irresponsabilidade de quem usou as encostas para um cultivo irregular. Não estou dizendo que a culpa é exclusivamente dos plantadores de banana, o que quero fazer é que você, que está lendo isso, abra sua mente, pois um dia a humanidade pagará por tanta arrogância.
Certa vez briguei com uma amiga minha dentro do ônibus por ela ter jogado um pedaço de papel pela janela.
Ela disse: “é um papel insignificante… e eu nem estava prestando atenção porque estava atenta mesmo era para a música do meu MP3…”
Certa vez um senhor, muito bem vestido, estava no ônibus, bebendo sua latinha de cerveja e ouvindo música com o celular ( esse é outro caso que comentarei outro dia, celular em alto e bom som dentro de ônibus), pois bem, terminada a bebidinha, ele jogou a lata pela janela.
Acontece que a latinha e o papel insignificante formarão um grupo significante de lixo acumulado.
Eu trabalho no 12º andar do Ministério da Fazenda no AM e é revoltante ver daqui uma quantidade de óleo absurda jogada no Rio Negro.
Convenhamos meu amigo e minha amiga, uma hora pagaremos por nosso pensamento primitivo de achar que “isso não tem nada haver”.
Tem, tem sim… E um dia as forças da natureza serão impiedosas para com os homens.
E o pior de tudo, inocentes pagarão pela mente pequena das pessoas que usam mal o solo, desperdiçam água e transformam nossos rios e nascentes como depósito de lixo.
Um fato revelado recentemente…
…todo o lixo jogado no rio desemboca nos mares e estes seguem pelas correntes marítimas…
…todo o lixo jogado nas águas está sendo acumulado num ponto de encontro entre as correntes.
Breve, muito breve, teremos um lixão em pleno Oceano Atlântico.
Parabéns continuem jogando lixo no chão…
Continue plantando nas encostas dos morros…
Continue derrubando árvores….
Continue desperdiçando água…
…esse mundo dá voltas…
…muitas voltas…
…e numa dessas o próprio planeta trará sua vingança para cima de nossa estupidez.
Leandro Guedes
guedestakecare.zip.net
Enviar para seu amigo
|
Imprimir
| 274 vizualizações